Quer Perder Peso? A Resposta Pode Estar No Seu DNA

30/05/2019

 

Para algumas pessoas, bata ficar sem fazer uma refeição no dia que já se sente uma perda de peso. Outras fazem dietas, até restritivas, e não conseguem sentir essa mudança Algumas pessoas podem comer o que quiser, que não conseguem alterar seu peso e outras, quando consomem uma refeição calórica, colocam em risco todo um planejamento da alimentação semanal.

Por que isso acontece?

 

Os alimentos não mudam suas calorias: um pão terá a mesma caloria, se ingerido por uma pessoa com excesso de peso ou por uma pessoa com baio peso. O que faz então uma ganhar peso e a outra não? A resposta pode estar ligada a sua genética e como o seu corpo "enxerga" esse alimento". Os fatores genéticos possuem um papel importante na manutenção do peso, porque existem genes envolvidos na regulação de como nosso organismo promove o gasto energético, se sentimos apetite, além de como é feita e digestão e absorção de gorduras e carboidratos, e tudo que está envolvido com esses mecanismos.

 

Por exemplo, já está relatado mais de 600 genes e regiões cromossômicas que participam na regulação da sensibilidade insulínica, do peso corporal e do metabolismo energético. Quando fazemos um teste de DNA, buscamos os polimorfismos genéticos: alterações em nosso DNA, que levam nosso organismo a produzir uma proteína diferente ou que altere o funcionamento de uma já exsitente. Esse traço pode ser único e gerar várias manifestações de doenças, como: síndrome metabólica, fatores de risco cardiovasculares, dislipidemias e diabetes. E em relação ao alimento? Se você tem um polimorfismo que te leva a fazer um metabolismo lento da cafeína, por exemplo, e há um exagero no consumo; essa situação pode aumentar o seu risco cardiovascular. 

 

Outra relação interessante é com o tipo de atividade física. Dependendo do polimorfismo, uma atividade vai ter um resultado em uma pessoa e outro resultado completamente diferente em outra. Quem não conhece alguém que diz fico mais de uma hora correndo na esteira e não perco nada do meu peso. A resposta pode estar em um polimorfismo de um gene do seu DNA.

 

Um teste genético que avalie seu metabolismo poderá te dar muitas respostas. Com ele o nutricionista poderá montar um planejamento alimentar que potencialize seus resultados, um professor de educação física prescreverá a série adequada de exercícios que provocam uma resposta melhor do seu corpo, enfim, ser´tudo baseado exclusivamente no seu perfil. Parece coisa de futuro, mas não é. Hoje é muito comum a presença desses testes em consultórios e com os resultados melhorar a alimentação e conseguir diminuir o risco do desenvolvimento de doenças onde há maior predisposições genética.  

 

Esses exames ajudam o nutricionista a ter uma maior eficiência na avaliação nutricional de seus pacientes, no sentido de melhorar os resultados almejados e prevenir doenças que comprometeriam os objetivos de vida do seu paciente. Tendo uma conscieência maior de quem você realmente é, pode ser feita modificações na sua aliemntação, na qualidade do sono, a rotina e tipo de exercícios, e com isso reduzir a probabilidade de determinada alteração se expressar.  Ficou interessado e quer saber mais? clique aqui.

 

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