Ela Engorda, Mesmo Comendo Pouco!

07/09/2017

 

"Minha filha brinca de correr e não fica quieta um minuto. Cuida da alimentação dela, não deixo ela comer besteira, sempre tem legumes e frutas nas refeições e mesmo assim ela continua engordando!"

Essa situação tem se tornado bem comum e que pode realmente ser possível por conta de algumas situações que ocorrem no cotidiano das crianças.

 

Uma situação que contribui para o ganho de peso é a falta de sono.

Dormir mal ou dormir pouco pode desencadear mecanismos de fome, como o aumento do hormônio que estimula o apetite. Além  disso, dormir pouco também altera o mecanismo do tempo de descanso para o organismo se recuperar das atividades gastas durante o dia. A consequência disso é que o corpo fica lento e começa a queimar poucas calorias nas próximas atividades.

 

Outra situação tem relação com a ingestão de água durante o dia. 

Sede provoca mecanismos de reação que podem ser interpretados como fome. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças de 1 a 3 anos devem beber por volta de 1,3 litro de água por dia. Crianças entre 4 e 8 anos devem aumentar esse consumo e chegar a quantidade de 1,7 litro de água por dia.

 

Ainda existem outros agravantes, um deles tem relação com uso de medicamentos.

Corticóides, por exemplo, contribuem para o aumento do peso por provocarem retenção de líquidos no corpo e diminuírem a velocidade do metabolismo. Anti-histamínicos e antidepressivos aumentam o apetite. Por isso nunca utilize medicamentos sem orientação médica.

 

Portanto, verifique se essas situações estão ocorrendo. Tente colocar a criança para dormir mais cedo, em um ambiente calmo e tranquilo para que o sono possa ser relaxado e contínuo. Também lembre de sempre oferecer água para beber. Crianças normalmente esquecem de beber água.

 

Caso esse ganho de peso tenha se tornado preocupante, o melhor a fazer é ter um acompanhamento de um pediatra para investigação clínica, de alguma enfermidade que pode estar levando a esse descontrole e também um nutricionista, para que se elabore um plano alimentar que forneça a quantidade de energia necessária para cada faixa etária, promovendo um crescimento e desenvolvimento adequado.

 

Dietas restritivas nessa fase comprometem o crescimento e o desenvolvimento e ainda podem levar a sérias complicações de saúde. A orientação de um nutricionista é fundamental para um acompanhamento da alimentação infantil.

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